Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 177
    [i_conteudo] => 177
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2013-09-11
    [dt_conteudo] => 2013-09-11
    [4] => Geração térmica menos poluidora
    [titulo] => Geração térmica menos poluidora
    [5] => Solos
    [autor] => Solos
    [6] => Em agosto, no último leilão realizado na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, foram contratadas 9 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), 11 térmicas movidas a biomassa e apenas 1 grande hidrelétrica, em Sinop (MT). O potencial contratado, de 1.265 MW, correspondeu a 35,78% da oferta total de 3.535 MW, da qual 1.800 MW eram relativos a térmicas a carvão, não leiloadas por falta de propostas. Ambientalistas interpretaram o resultado do leilão como uma vitória, mas ela foi parcial. Os investidores desistiram por causa do alto preço de equipamentos importados, agravado pela cotação do dólar.
    [resumo] => Em agosto, no último leilão realizado na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, foram contratadas 9 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), 11 térmicas movidas a biomassa e apenas 1 grande hidrelétrica, em Sinop (MT). O potencial contratado, de 1.265 MW, correspondeu a 35,78% da oferta total de 3.535 MW, da qual 1.800 MW eram relativos a térmicas a carvão, não leiloadas por falta de propostas. Ambientalistas interpretaram o resultado do leilão como uma vitória, mas ela foi parcial. Os investidores desistiram por causa do alto preço de equipamentos importados, agravado pela cotação do dólar.
    [7] => 

Seria enganoso afirmar que já se configura uma nova tendência, pois os investidores em térmicas a carvão podem retornar à disputa na segunda etapa do leilão, em dezembro. Mas as PCHs e as térmicas a biomassa ganham competitividade.

Alguns analistas criticam o modelo de aproveitamento hidrelétrico. Embora reconheçam que a matriz energética brasileira é uma das mais limpas do mundo, órgãos técnicos não oficiais tendem a encarar com reserva a construção de hidrelétricas com extensos reservatórios, com efeitos nocivos ao ambiente.

As novas hidrelétricas são a fio d'água, requerendo represas menores. As críticas são discutíveis, num país com enorme potencial hidrelétrico a aproveitar.

O interesse pelas PCHs sugere o início de nova fase, em que a ênfase recai sobre usinas menores, mas eficazes. Isso significa pulverizar investimentos: as PCHs e as térmicas serão construídas em dez Estados, com investimentos de R$ 5 bilhões.

O preço da energia produzida será módico. Os contratos com as PCHs terão validade por 30 anos, com preço médio de R$ 109,40 por MWh - deságio de 7,3% em relação ao máximo de R$ 118 por MWh. Nas térmicas, os contratos terão 25 anos, com preço médio de R$ 135,58 por MWh e deságio de 3,15% em relação ao teto de R$ 140 o MWh.

O País continuará sujeito a acionar as térmicas movidas a carvão, óleo diesel ou gás natural, indispensáveis nas fases de seca - na quarta-feira, o governo liberou a geração de 1.000 MW no Nordeste. Mas é boa notícia o uso de matéria-prima menos poluente e abundante, como o bagaço de cana, já usado na cogeração de energia por usinas de açúcar.

E é a primeira vez que se propõe usar o cavaco de madeira como combustível. Se aprovado, esse insumo poderá ser importante para gerar energia nas áreas rurais.

Fonte: http://solos.com.br/node/798#.UjBrhcakonh

[conteudo] =>

Seria enganoso afirmar que já se configura uma nova tendência, pois os investidores em térmicas a carvão podem retornar à disputa na segunda etapa do leilão, em dezembro. Mas as PCHs e as térmicas a biomassa ganham competitividade.

Alguns analistas criticam o modelo de aproveitamento hidrelétrico. Embora reconheçam que a matriz energética brasileira é uma das mais limpas do mundo, órgãos técnicos não oficiais tendem a encarar com reserva a construção de hidrelétricas com extensos reservatórios, com efeitos nocivos ao ambiente.

As novas hidrelétricas são a fio d'água, requerendo represas menores. As críticas são discutíveis, num país com enorme potencial hidrelétrico a aproveitar.

O interesse pelas PCHs sugere o início de nova fase, em que a ênfase recai sobre usinas menores, mas eficazes. Isso significa pulverizar investimentos: as PCHs e as térmicas serão construídas em dez Estados, com investimentos de R$ 5 bilhões.

O preço da energia produzida será módico. Os contratos com as PCHs terão validade por 30 anos, com preço médio de R$ 109,40 por MWh - deságio de 7,3% em relação ao máximo de R$ 118 por MWh. Nas térmicas, os contratos terão 25 anos, com preço médio de R$ 135,58 por MWh e deságio de 3,15% em relação ao teto de R$ 140 o MWh.

O País continuará sujeito a acionar as térmicas movidas a carvão, óleo diesel ou gás natural, indispensáveis nas fases de seca - na quarta-feira, o governo liberou a geração de 1.000 MW no Nordeste. Mas é boa notícia o uso de matéria-prima menos poluente e abundante, como o bagaço de cana, já usado na cogeração de energia por usinas de açúcar.

E é a primeira vez que se propõe usar o cavaco de madeira como combustível. Se aprovado, esse insumo poderá ser importante para gerar energia nas áreas rurais.

Fonte: http://solos.com.br/node/798#.UjBrhcakonh

[8] => Geração térmica, ABCM [palavra_chave] => Geração térmica, ABCM [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2013-09-11 10:10:04 [dt_sistema] => 2013-09-11 10:10:04 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Geração térmica menos poluidora

11/09/2013

Solos

Seria enganoso afirmar que já se configura uma nova tendência, pois os investidores em térmicas a carvão podem retornar à disputa na segunda etapa do leilão, em dezembro. Mas as PCHs e as térmicas a biomassa ganham competitividade.

Alguns analistas criticam o modelo de aproveitamento hidrelétrico. Embora reconheçam que a matriz energética brasileira é uma das mais limpas do mundo, órgãos técnicos não oficiais tendem a encarar com reserva a construção de hidrelétricas com extensos reservatórios, com efeitos nocivos ao ambiente.

As novas hidrelétricas são a fio d'água, requerendo represas menores. As críticas são discutíveis, num país com enorme potencial hidrelétrico a aproveitar.

O interesse pelas PCHs sugere o início de nova fase, em que a ênfase recai sobre usinas menores, mas eficazes. Isso significa pulverizar investimentos: as PCHs e as térmicas serão construídas em dez Estados, com investimentos de R$ 5 bilhões.

O preço da energia produzida será módico. Os contratos com as PCHs terão validade por 30 anos, com preço médio de R$ 109,40 por MWh - deságio de 7,3% em relação ao máximo de R$ 118 por MWh. Nas térmicas, os contratos terão 25 anos, com preço médio de R$ 135,58 por MWh e deságio de 3,15% em relação ao teto de R$ 140 o MWh.

O País continuará sujeito a acionar as térmicas movidas a carvão, óleo diesel ou gás natural, indispensáveis nas fases de seca - na quarta-feira, o governo liberou a geração de 1.000 MW no Nordeste. Mas é boa notícia o uso de matéria-prima menos poluente e abundante, como o bagaço de cana, já usado na cogeração de energia por usinas de açúcar.

E é a primeira vez que se propõe usar o cavaco de madeira como combustível. Se aprovado, esse insumo poderá ser importante para gerar energia nas áreas rurais.

Fonte: http://solos.com.br/node/798#.UjBrhcakonh

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351