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Ficou difícil, mas ainda há esperanças: na visão da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), o sonho de retirar do papel os projetos de usinas términas a carvão e deflagrar um novo ciclo para as jazidas da região Sul não naufragou – apenas se transfere para o próximo leilão de energia do governo federal, marcado para 13 de dezembro.  No leilão do final de agosto, a termelétrica de Seival, em Candiota (RS), não foi contemplada  e os outros dois empreendimentos, também gaúchos, desistiram da disputa: a CTSul, de Cachoeira do Sul, confirmou a desistência antes do leilão de energia, assim como a usina de carvão da MPX.

O principal fator do insucesso foi o baixo preço que o governo ofereceu pelo megawatt/hora. Para se tornar viável comercialmente, o valor deveria ficar entre R$ 170 e R$ 190. Porém, a cotação máxima definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi de apenas R$ 140. “Esperamos que o governo reavalie esse valor para o próximo leilão visando permitir a inclusão de novos projetos de termelétricas a carvão. Ao ampliar a matriz energética brasileira, os agentes públicos darão maior segurança [ao sistema]. O carvão é uma fonte segura. Exemplo disso são os investimentos realizados em vários países da Europa”, defende Fernando Luiz Zancan, presidente da ABCM.

Zancan aposta que o governo poderá fazer o próximo leilão com preços diferenciados por produtos diversos – algo que já fez para pregões que envolviam hidráulicas de grande porte. “Será necessário colocar 2300 MW de energia firme no Rio Grande do Sul em 2018, algo que poderia ser feito via transmissão. Mas para alavancar regiões deprimidas economicamente como a Metade Sul,  seria importante o Estado desenvolver projetos a carvão”, acredita Zancan. O próximo leilão está agendado para 13 de dezembro. Os contratos leiloados na oportunidade terão validade de 25 anos no caso do carvão e de 30 anos para usinas hidrelétricas.

Fonte: http://solos.com.br/node/796#.UjBqLcakonh

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Ficou difícil, mas ainda há esperanças: na visão da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), o sonho de retirar do papel os projetos de usinas términas a carvão e deflagrar um novo ciclo para as jazidas da região Sul não naufragou – apenas se transfere para o próximo leilão de energia do governo federal, marcado para 13 de dezembro.  No leilão do final de agosto, a termelétrica de Seival, em Candiota (RS), não foi contemplada  e os outros dois empreendimentos, também gaúchos, desistiram da disputa: a CTSul, de Cachoeira do Sul, confirmou a desistência antes do leilão de energia, assim como a usina de carvão da MPX.

O principal fator do insucesso foi o baixo preço que o governo ofereceu pelo megawatt/hora. Para se tornar viável comercialmente, o valor deveria ficar entre R$ 170 e R$ 190. Porém, a cotação máxima definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi de apenas R$ 140. “Esperamos que o governo reavalie esse valor para o próximo leilão visando permitir a inclusão de novos projetos de termelétricas a carvão. Ao ampliar a matriz energética brasileira, os agentes públicos darão maior segurança [ao sistema]. O carvão é uma fonte segura. Exemplo disso são os investimentos realizados em vários países da Europa”, defende Fernando Luiz Zancan, presidente da ABCM.

Zancan aposta que o governo poderá fazer o próximo leilão com preços diferenciados por produtos diversos – algo que já fez para pregões que envolviam hidráulicas de grande porte. “Será necessário colocar 2300 MW de energia firme no Rio Grande do Sul em 2018, algo que poderia ser feito via transmissão. Mas para alavancar regiões deprimidas economicamente como a Metade Sul,  seria importante o Estado desenvolver projetos a carvão”, acredita Zancan. O próximo leilão está agendado para 13 de dezembro. Os contratos leiloados na oportunidade terão validade de 25 anos no caso do carvão e de 30 anos para usinas hidrelétricas.

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O governo vai admitir pagar mais pela energia de usinas a carvão?

11/09/2013

Solos

Ficou difícil, mas ainda há esperanças: na visão da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), o sonho de retirar do papel os projetos de usinas términas a carvão e deflagrar um novo ciclo para as jazidas da região Sul não naufragou – apenas se transfere para o próximo leilão de energia do governo federal, marcado para 13 de dezembro.  No leilão do final de agosto, a termelétrica de Seival, em Candiota (RS), não foi contemplada  e os outros dois empreendimentos, também gaúchos, desistiram da disputa: a CTSul, de Cachoeira do Sul, confirmou a desistência antes do leilão de energia, assim como a usina de carvão da MPX.

O principal fator do insucesso foi o baixo preço que o governo ofereceu pelo megawatt/hora. Para se tornar viável comercialmente, o valor deveria ficar entre R$ 170 e R$ 190. Porém, a cotação máxima definida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foi de apenas R$ 140. “Esperamos que o governo reavalie esse valor para o próximo leilão visando permitir a inclusão de novos projetos de termelétricas a carvão. Ao ampliar a matriz energética brasileira, os agentes públicos darão maior segurança [ao sistema]. O carvão é uma fonte segura. Exemplo disso são os investimentos realizados em vários países da Europa”, defende Fernando Luiz Zancan, presidente da ABCM.

Zancan aposta que o governo poderá fazer o próximo leilão com preços diferenciados por produtos diversos – algo que já fez para pregões que envolviam hidráulicas de grande porte. “Será necessário colocar 2300 MW de energia firme no Rio Grande do Sul em 2018, algo que poderia ser feito via transmissão. Mas para alavancar regiões deprimidas economicamente como a Metade Sul,  seria importante o Estado desenvolver projetos a carvão”, acredita Zancan. O próximo leilão está agendado para 13 de dezembro. Os contratos leiloados na oportunidade terão validade de 25 anos no caso do carvão e de 30 anos para usinas hidrelétricas.

Fonte: http://solos.com.br/node/796#.UjBqLcakonh

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