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Foram ouvidas manifestações do presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, e do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan, o RS importa 65% da energia que consome.

Conforme Zancan, é o próprio Operador Nacional do Sistema (ONS) que defende, na Região Sul, a inclusão de térmicas no sistema elétrico, havendo uma operação mista entre hidrelétricas e térmicas, eficientes principalmente em períodos sem chuva. Ele destacou que toda a cadeia termelétrica do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são certificadas com o ISO 14001.

Em sua participação, o presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, destacou as recentes ações governamentais gaúchas no sentido de apoiar a cadeia do carvão mineral. Ele mencionou que o governador emitiu um decreto criando grupos que estão discutindo, no âmbito do Executivo, formas de desonerar a cadeia produtiva do carvão e de tornar o tratamento mais isonômico com relação a outras fontes de energia. Também enfatizou que o governo do Estado também tem trabalhado no desenvolvimento de uma política de Estado para o carvão mineral a
médio e longo prazo.

Presente na abertura do debate, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen (PP), destacou a importância do trabalho da Comissão Especial. “É mais um instrumento que o Parlamento gaúcho lança para poder se fazer os estudos e os aprofundamentos com relação ao carvão”, disse. Westphalen lembrou que o aproveitamento do carvão mineral no Rio Grande do Sul para fins de energia foi um dos temas por ele elencados em seu discurso de posse como presidente da Casa.

O relator do órgão técnico, o deputado Valdeci Oliveira (PT), ressaltou o fato de que o Rio Grande do Sul, por deter 90% das reservas de carvão do Brasil, tem responsabilidades com relação a todo país. “Não podemos, em hipótese alguma, ficar olhando de braços cruzados, não só do ponto de vista de energia, mas do que isso significa para o desenvolvimento regional”.

Acompanharam os debates os deputados João Fischer (PP) e Frederico Antunes (PP). Antunes afirmou que, no Brasil, o uso do carvão mineral só foi liberado porque ‘se acendeu’ a luz vermelha da produção energética. Segundo o parlamentar, o País ainda não compreendeu a real importância desse mineral. Ele acrescentou que ainda é preciso haver pressão política para que o setor do carvão receba o mesmo tratamento por parte dos órgãos governamentais e dos editais de leilões.

Também estiveram presentes na audiência pública o secretário-adjunto de Infraestrutura e Logística do Rio Grande do Sul, Claudemir Bragagnolo, e representantes do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), do CREA-RS, da UFRGS, da Força Sindical, da Fiergs, do Badesul, da Federasul, da Cientec, de vereadores de Minas do Leão, entre outras autoridades.

Fonte: http://solos.com.br/node/789#.Uicm5DakrRF

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Foram ouvidas manifestações do presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, e do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan, o RS importa 65% da energia que consome.

Conforme Zancan, é o próprio Operador Nacional do Sistema (ONS) que defende, na Região Sul, a inclusão de térmicas no sistema elétrico, havendo uma operação mista entre hidrelétricas e térmicas, eficientes principalmente em períodos sem chuva. Ele destacou que toda a cadeia termelétrica do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são certificadas com o ISO 14001.

Em sua participação, o presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, destacou as recentes ações governamentais gaúchas no sentido de apoiar a cadeia do carvão mineral. Ele mencionou que o governador emitiu um decreto criando grupos que estão discutindo, no âmbito do Executivo, formas de desonerar a cadeia produtiva do carvão e de tornar o tratamento mais isonômico com relação a outras fontes de energia. Também enfatizou que o governo do Estado também tem trabalhado no desenvolvimento de uma política de Estado para o carvão mineral a
médio e longo prazo.

Presente na abertura do debate, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen (PP), destacou a importância do trabalho da Comissão Especial. “É mais um instrumento que o Parlamento gaúcho lança para poder se fazer os estudos e os aprofundamentos com relação ao carvão”, disse. Westphalen lembrou que o aproveitamento do carvão mineral no Rio Grande do Sul para fins de energia foi um dos temas por ele elencados em seu discurso de posse como presidente da Casa.

O relator do órgão técnico, o deputado Valdeci Oliveira (PT), ressaltou o fato de que o Rio Grande do Sul, por deter 90% das reservas de carvão do Brasil, tem responsabilidades com relação a todo país. “Não podemos, em hipótese alguma, ficar olhando de braços cruzados, não só do ponto de vista de energia, mas do que isso significa para o desenvolvimento regional”.

Acompanharam os debates os deputados João Fischer (PP) e Frederico Antunes (PP). Antunes afirmou que, no Brasil, o uso do carvão mineral só foi liberado porque ‘se acendeu’ a luz vermelha da produção energética. Segundo o parlamentar, o País ainda não compreendeu a real importância desse mineral. Ele acrescentou que ainda é preciso haver pressão política para que o setor do carvão receba o mesmo tratamento por parte dos órgãos governamentais e dos editais de leilões.

Também estiveram presentes na audiência pública o secretário-adjunto de Infraestrutura e Logística do Rio Grande do Sul, Claudemir Bragagnolo, e representantes do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), do CREA-RS, da UFRGS, da Força Sindical, da Fiergs, do Badesul, da Federasul, da Cientec, de vereadores de Minas do Leão, entre outras autoridades.

Fonte: http://solos.com.br/node/789#.Uicm5DakrRF

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RELATÓRIO FINAL - Comissão Especial do Carvão Mineral e Energia Eólica RS

04/09/2013

Solos

Foram ouvidas manifestações do presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, e do presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan, o RS importa 65% da energia que consome.

Conforme Zancan, é o próprio Operador Nacional do Sistema (ONS) que defende, na Região Sul, a inclusão de térmicas no sistema elétrico, havendo uma operação mista entre hidrelétricas e térmicas, eficientes principalmente em períodos sem chuva. Ele destacou que toda a cadeia termelétrica do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são certificadas com o ISO 14001.

Em sua participação, o presidente da Companhia Riograndense de Mineração, Elifas Simas, destacou as recentes ações governamentais gaúchas no sentido de apoiar a cadeia do carvão mineral. Ele mencionou que o governador emitiu um decreto criando grupos que estão discutindo, no âmbito do Executivo, formas de desonerar a cadeia produtiva do carvão e de tornar o tratamento mais isonômico com relação a outras fontes de energia. Também enfatizou que o governo do Estado também tem trabalhado no desenvolvimento de uma política de Estado para o carvão mineral a
médio e longo prazo.

Presente na abertura do debate, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Pedro Westphalen (PP), destacou a importância do trabalho da Comissão Especial. “É mais um instrumento que o Parlamento gaúcho lança para poder se fazer os estudos e os aprofundamentos com relação ao carvão”, disse. Westphalen lembrou que o aproveitamento do carvão mineral no Rio Grande do Sul para fins de energia foi um dos temas por ele elencados em seu discurso de posse como presidente da Casa.

O relator do órgão técnico, o deputado Valdeci Oliveira (PT), ressaltou o fato de que o Rio Grande do Sul, por deter 90% das reservas de carvão do Brasil, tem responsabilidades com relação a todo país. “Não podemos, em hipótese alguma, ficar olhando de braços cruzados, não só do ponto de vista de energia, mas do que isso significa para o desenvolvimento regional”.

Acompanharam os debates os deputados João Fischer (PP) e Frederico Antunes (PP). Antunes afirmou que, no Brasil, o uso do carvão mineral só foi liberado porque ‘se acendeu’ a luz vermelha da produção energética. Segundo o parlamentar, o País ainda não compreendeu a real importância desse mineral. Ele acrescentou que ainda é preciso haver pressão política para que o setor do carvão receba o mesmo tratamento por parte dos órgãos governamentais e dos editais de leilões.

Também estiveram presentes na audiência pública o secretário-adjunto de Infraestrutura e Logística do Rio Grande do Sul, Claudemir Bragagnolo, e representantes do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS), do CREA-RS, da UFRGS, da Força Sindical, da Fiergs, do Badesul, da Federasul, da Cientec, de vereadores de Minas do Leão, entre outras autoridades.

Fonte: http://solos.com.br/node/789#.Uicm5DakrRF

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