Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 170
    [i_conteudo] => 170
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2013-09-04
    [dt_conteudo] => 2013-09-04
    [4] => Leilão de energia movimenta R$ 20, 6 bi
    [titulo] => Leilão de energia movimenta R$ 20, 6 bi
    [5] => Solos
    [autor] => Solos
    [6] => O leilão realizado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terminou com a negociação de 19 projetos, sendo nove de pequenas centrais hidrelétricas (PGHs) e nove de usinas termoelétricas a biomassa, além de uma hidrelétrica. Nenhuma térmica a carvão teve sua energia  contratada. O volume financeiro movimentado no leilão  chegou a R$ 20,6 bilhões.
    [resumo] => O leilão realizado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terminou com a negociação de 19 projetos, sendo nove de pequenas centrais hidrelétricas (PGHs) e nove de usinas termoelétricas a biomassa, além de uma hidrelétrica. Nenhuma térmica a carvão teve sua energia  contratada. O volume financeiro movimentado no leilão  chegou a R$ 20,6 bilhões.
    [7] => 

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, destacou o fato de 100% dos projetos contratados terem energia gerada a partir de fontes renováveis. "Tivemos o retorno de duas fontes que estavam perdendo competitividade e as quais conseguimos resgatar. No caso das PCHs, havia uma indústria de equipamentos que estava se ressentindo do fato de não haver novas usinas. E, na questão do bagaço, havia um pleito do pessoal do etanol de sinergia com a própria viabilidade de novas usinas de etanol", disse.

O executivo também destacou a contratação de energia de duas usinas abastecidas com cavaco de madeira. "São usinas como térmicas a gás, que podem ser despachadas durante o ano todo", comparou Tolmasquim. "O fato de a tecnologia estar se tornando competitiva é um ótimo sinal em termos de expansão da matriz."

Na lista de destaques comentados por Tolmasquim constam ainda a licitação da usina hidrelétrica Sinop, em Mato Grosso, que representa a volta de usinas com
reservatório, e o preço final do leilão, que ficou em R$ 124,97 por MWh, o que representa um  deságio de 10,74% em relação  ao preço inicial.

O deságio foi garantido principalmente graças aos preços  de energia nos projetos hídricos. O preço da usina Sinop, de  R$ 109,24, representou um deságio de 7,3% em relação ao preço teto de R$ 118 por MWh estabelecido pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O preço das PCHs presentes no leilão ficou em R$ 127,01 por MWh,  um deságio de 9,3% em relação ao preço-teto de R$ 140 por  MWh. A usina Foz do Apiacás, que está em uma categoria in termediária entre hidrelétricas  e PGHs, teve preço médio de  R$ 119,97 por MWh, um deságio de 14,3%.

Ainda foram contratados no ! leilão as duas termoelétricas  abastecidas com cavaco è madeira, com preço médio de R$5 136,69 por MWh (deságio de  2,4%), e sete usinas de biomassa, com preço médio de R$5 133,57 (deságio de 4,6%).

A notícia negativa do leilão foi a não contratação de energia gerada a partir de termoelétricas abastecidas com carvão.

Após ser questionado sobre o  assunto, Tolmasquim destacou que o governo não contratará energia "a qualquer custo".  Tolmasquim lembrou que o leilão realizado ontem é apenas a primeira fase da contrataçâo de energia para suprir o mercado a partir de 1.° de janeiro de 2018. A segunda etapa ocorrerá em dezembro, com um novo leilão.

Fonte: http://solos.com.br/node/784#.UiclIjakrRF

[conteudo] =>

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, destacou o fato de 100% dos projetos contratados terem energia gerada a partir de fontes renováveis. "Tivemos o retorno de duas fontes que estavam perdendo competitividade e as quais conseguimos resgatar. No caso das PCHs, havia uma indústria de equipamentos que estava se ressentindo do fato de não haver novas usinas. E, na questão do bagaço, havia um pleito do pessoal do etanol de sinergia com a própria viabilidade de novas usinas de etanol", disse.

O executivo também destacou a contratação de energia de duas usinas abastecidas com cavaco de madeira. "São usinas como térmicas a gás, que podem ser despachadas durante o ano todo", comparou Tolmasquim. "O fato de a tecnologia estar se tornando competitiva é um ótimo sinal em termos de expansão da matriz."

Na lista de destaques comentados por Tolmasquim constam ainda a licitação da usina hidrelétrica Sinop, em Mato Grosso, que representa a volta de usinas com
reservatório, e o preço final do leilão, que ficou em R$ 124,97 por MWh, o que representa um  deságio de 10,74% em relação  ao preço inicial.

O deságio foi garantido principalmente graças aos preços  de energia nos projetos hídricos. O preço da usina Sinop, de  R$ 109,24, representou um deságio de 7,3% em relação ao preço teto de R$ 118 por MWh estabelecido pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O preço das PCHs presentes no leilão ficou em R$ 127,01 por MWh,  um deságio de 9,3% em relação ao preço-teto de R$ 140 por  MWh. A usina Foz do Apiacás, que está em uma categoria in termediária entre hidrelétricas  e PGHs, teve preço médio de  R$ 119,97 por MWh, um deságio de 14,3%.

Ainda foram contratados no ! leilão as duas termoelétricas  abastecidas com cavaco è madeira, com preço médio de R$5 136,69 por MWh (deságio de  2,4%), e sete usinas de biomassa, com preço médio de R$5 133,57 (deságio de 4,6%).

A notícia negativa do leilão foi a não contratação de energia gerada a partir de termoelétricas abastecidas com carvão.

Após ser questionado sobre o  assunto, Tolmasquim destacou que o governo não contratará energia "a qualquer custo".  Tolmasquim lembrou que o leilão realizado ontem é apenas a primeira fase da contrataçâo de energia para suprir o mercado a partir de 1.° de janeiro de 2018. A segunda etapa ocorrerá em dezembro, com um novo leilão.

Fonte: http://solos.com.br/node/784#.UiclIjakrRF

[8] => Leilão, ABCM [palavra_chave] => Leilão, ABCM [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2013-09-04 09:19:07 [dt_sistema] => 2013-09-04 09:19:07 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Leilão de energia movimenta R$ 20, 6 bi

04/09/2013

Solos

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, destacou o fato de 100% dos projetos contratados terem energia gerada a partir de fontes renováveis. "Tivemos o retorno de duas fontes que estavam perdendo competitividade e as quais conseguimos resgatar. No caso das PCHs, havia uma indústria de equipamentos que estava se ressentindo do fato de não haver novas usinas. E, na questão do bagaço, havia um pleito do pessoal do etanol de sinergia com a própria viabilidade de novas usinas de etanol", disse.

O executivo também destacou a contratação de energia de duas usinas abastecidas com cavaco de madeira. "São usinas como térmicas a gás, que podem ser despachadas durante o ano todo", comparou Tolmasquim. "O fato de a tecnologia estar se tornando competitiva é um ótimo sinal em termos de expansão da matriz."

Na lista de destaques comentados por Tolmasquim constam ainda a licitação da usina hidrelétrica Sinop, em Mato Grosso, que representa a volta de usinas com
reservatório, e o preço final do leilão, que ficou em R$ 124,97 por MWh, o que representa um  deságio de 10,74% em relação  ao preço inicial.

O deságio foi garantido principalmente graças aos preços  de energia nos projetos hídricos. O preço da usina Sinop, de  R$ 109,24, representou um deságio de 7,3% em relação ao preço teto de R$ 118 por MWh estabelecido pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O preço das PCHs presentes no leilão ficou em R$ 127,01 por MWh,  um deságio de 9,3% em relação ao preço-teto de R$ 140 por  MWh. A usina Foz do Apiacás, que está em uma categoria in termediária entre hidrelétricas  e PGHs, teve preço médio de  R$ 119,97 por MWh, um deságio de 14,3%.

Ainda foram contratados no ! leilão as duas termoelétricas  abastecidas com cavaco è madeira, com preço médio de R$5 136,69 por MWh (deságio de  2,4%), e sete usinas de biomassa, com preço médio de R$5 133,57 (deságio de 4,6%).

A notícia negativa do leilão foi a não contratação de energia gerada a partir de termoelétricas abastecidas com carvão.

Após ser questionado sobre o  assunto, Tolmasquim destacou que o governo não contratará energia "a qualquer custo".  Tolmasquim lembrou que o leilão realizado ontem é apenas a primeira fase da contrataçâo de energia para suprir o mercado a partir de 1.° de janeiro de 2018. A segunda etapa ocorrerá em dezembro, com um novo leilão.

Fonte: http://solos.com.br/node/784#.UiclIjakrRF

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351