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Construída na década de 1980, a mina subterrânea Leão 2, em Minas do Leão, pode ser reaberta ainda no próximo ano pela Carbonífera Criciúma, que em 2002 arrendou o ativo da estatal gaúcha CRM. Apesar de à época ter recebido um investimento de US$ 70 milhões, jamais produziu uma tonelada sequer de minério.

O projeto da mina era atrelado à termelétrica Jacuí I, que nunca vingou. Agora, a empresa catarinense pretende alocar R$ 30 milhões para construir uma unidade de beneficiamento e dar início à extração. Com reservas de 120 milhões de toneladas, é a maior mina subterrânea do país, diz Alfredo Gazzolla, diretor administrativo e industrial da mineradora.

– Estamos fazendo a parte de engenharia que é necessária. Então, será ano que vem. Se tudo der certo, se não acontecer nenhum problema, se o mercado continuar ativo como está – estima Gazzolla.

Além de indústrias no Estado, a mina poderá suprir de carvão mineral o mercado catarinense, inclusive de termelétricas.

Fonte: http://solos.com.br/node/770#.Uh87bBukrRF

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Construída na década de 1980, a mina subterrânea Leão 2, em Minas do Leão, pode ser reaberta ainda no próximo ano pela Carbonífera Criciúma, que em 2002 arrendou o ativo da estatal gaúcha CRM. Apesar de à época ter recebido um investimento de US$ 70 milhões, jamais produziu uma tonelada sequer de minério.

O projeto da mina era atrelado à termelétrica Jacuí I, que nunca vingou. Agora, a empresa catarinense pretende alocar R$ 30 milhões para construir uma unidade de beneficiamento e dar início à extração. Com reservas de 120 milhões de toneladas, é a maior mina subterrânea do país, diz Alfredo Gazzolla, diretor administrativo e industrial da mineradora.

– Estamos fazendo a parte de engenharia que é necessária. Então, será ano que vem. Se tudo der certo, se não acontecer nenhum problema, se o mercado continuar ativo como está – estima Gazzolla.

Além de indústrias no Estado, a mina poderá suprir de carvão mineral o mercado catarinense, inclusive de termelétricas.

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Uma luz para o carvão: mina subterrânea será reativada

29/08/2013

Solos

Construída na década de 1980, a mina subterrânea Leão 2, em Minas do Leão, pode ser reaberta ainda no próximo ano pela Carbonífera Criciúma, que em 2002 arrendou o ativo da estatal gaúcha CRM. Apesar de à época ter recebido um investimento de US$ 70 milhões, jamais produziu uma tonelada sequer de minério.

O projeto da mina era atrelado à termelétrica Jacuí I, que nunca vingou. Agora, a empresa catarinense pretende alocar R$ 30 milhões para construir uma unidade de beneficiamento e dar início à extração. Com reservas de 120 milhões de toneladas, é a maior mina subterrânea do país, diz Alfredo Gazzolla, diretor administrativo e industrial da mineradora.

– Estamos fazendo a parte de engenharia que é necessária. Então, será ano que vem. Se tudo der certo, se não acontecer nenhum problema, se o mercado continuar ativo como está – estima Gazzolla.

Além de indústrias no Estado, a mina poderá suprir de carvão mineral o mercado catarinense, inclusive de termelétricas.

Fonte: http://solos.com.br/node/770#.Uh87bBukrRF

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