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Além das potencialidades confirmadas pelos especialistas nos dois segmentos, as conclusões serão registradas em relatório a ser votado no Legislativo gaúcho na próxima quarta-feira (21/08) e posteriormente publicadas com previsão para setembro. A Comissão apontará, após análise do relator, os principais encaminhamentos para serem apresentados juntos aos Poderes Públicos em suas esferas estadual e federal. A audiência foi presidida pelo deputado estadual Márcio Biolchi. O evento, que reuniu um público aproximado de 40 pessoas, contou ainda com o corpo técnico de sete pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), além de representantes da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI).

As políticas de incentivo à Energia Eólica e a atração de investimentos predominou na explanação do coordenador de Energias e Comunicações da Diretoria de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Eberson Silveira. Segundo ele, o segmento foi incluído entre os 22 setores estratégicos do Governo Estadual, que pretende alavancar a atual produção eólica dos atuais 460 MW (7% do total energético produzido no Estado) para 1.419 MW até 2017. “O Rio Grande do Sul tem 11% do potencial brasileiro eólico. A tendência é atrair cada vez mais a cadeia produtiva e agregar renda e geração de emprego”, comentou. Osório, Livramento, Palmares do Sul e Santa Vitória do Palmar concentram os maiores investimentos no Estado devido ao potencial geográfico éolico, que pode chegar até 15,88 GW. “Ao contrário do Nordeste, o Estado tem uma vantagem como diferencial competitivo, pois os melhores ventos coincide com a proximidade das Linhas de Transmissão”, garante Silveira.

Para o representante da SDPI, Fábio Weber, existe o planejamento de 40 parques eólicos a serem construídos ou já em atividade no Rio Grande do Sul. Um protótipo pioneiro em todo mundo é a instalação da Honda Energy em Xangri-lá, próximo à rodovia BR 101 ainda em setembro, com potencial de 27 MW. Outros 20 municípios gaúchos já foram prospectados por outras empresas para medição e monitoramento dos ventos no Sul. “A desoneração da cadeia produtiva ou neutralização de impostos incidentes em matérias-primas do setor contribui para o estímulo de empresas em fixar investimentos no Estado”, confirma.

CARVÃO – O professor e pesquisador da Escola de Engenharia da Ufrgs, Luiz Carlos da Silva Pinto Filho indica que o carvão mineral ainda é uma fonte rentável a ser explorada no Estado, sobretudo pela facilidade na extração do mineral em céu aberto, como é o caso de Candiota. Neste sentido, explica que a pesquisa começa a acompanhar este potencial através de múltiplas utilizações. Atualmente 6500 estudantes nos 13 cursos e 100 grupos de pesquisa já sinalizam tecnologias limpas, desde o uso do excedente para aplicação em asfalto, para composição com metais, cerâmica, até o reaproveitamento das cinzas para o setor de construção, entre outros.

A Rede Carvão, criada em 2006, já aplicou R$ 3,6 milhões em pesquisas que podem colocar o carvão mineral gaúcho em um novo patamar, desmitificando o antigo estigma de poluidor. Conforme o diretor da Escola de Engenharia, Nilson Romeu Marcilio, há 2 meses vem sendo executado um projeto de gaseificação do carvão de Candiota para a cadeia carboquímica. O aporte de R$ 2,4 milhões pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, com parceria da Ufrgs, Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) poderá reverter os derivados do carvão em insumos para processo carboquímicos, visando à produção de Metanol. “É necessário mais pesquisa, mas é tecnicamente viável e sua extração nas jazidas a céu aberto economicamente favorável”, antecipou.
Já o pesquisador do Departamento de Engenharia Química, Ivo André Homrich Schneider, o subderivado do carvão, a Perita, considerada a vilã do processo de extração, também pode ser reaproveitado para uso químico e farmacêutico, bem como outras aplicações.

Fonte: http://solos.com.br/node/757#.UhSshZLqkdx

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Além das potencialidades confirmadas pelos especialistas nos dois segmentos, as conclusões serão registradas em relatório a ser votado no Legislativo gaúcho na próxima quarta-feira (21/08) e posteriormente publicadas com previsão para setembro. A Comissão apontará, após análise do relator, os principais encaminhamentos para serem apresentados juntos aos Poderes Públicos em suas esferas estadual e federal. A audiência foi presidida pelo deputado estadual Márcio Biolchi. O evento, que reuniu um público aproximado de 40 pessoas, contou ainda com o corpo técnico de sete pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), além de representantes da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI).

As políticas de incentivo à Energia Eólica e a atração de investimentos predominou na explanação do coordenador de Energias e Comunicações da Diretoria de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Eberson Silveira. Segundo ele, o segmento foi incluído entre os 22 setores estratégicos do Governo Estadual, que pretende alavancar a atual produção eólica dos atuais 460 MW (7% do total energético produzido no Estado) para 1.419 MW até 2017. “O Rio Grande do Sul tem 11% do potencial brasileiro eólico. A tendência é atrair cada vez mais a cadeia produtiva e agregar renda e geração de emprego”, comentou. Osório, Livramento, Palmares do Sul e Santa Vitória do Palmar concentram os maiores investimentos no Estado devido ao potencial geográfico éolico, que pode chegar até 15,88 GW. “Ao contrário do Nordeste, o Estado tem uma vantagem como diferencial competitivo, pois os melhores ventos coincide com a proximidade das Linhas de Transmissão”, garante Silveira.

Para o representante da SDPI, Fábio Weber, existe o planejamento de 40 parques eólicos a serem construídos ou já em atividade no Rio Grande do Sul. Um protótipo pioneiro em todo mundo é a instalação da Honda Energy em Xangri-lá, próximo à rodovia BR 101 ainda em setembro, com potencial de 27 MW. Outros 20 municípios gaúchos já foram prospectados por outras empresas para medição e monitoramento dos ventos no Sul. “A desoneração da cadeia produtiva ou neutralização de impostos incidentes em matérias-primas do setor contribui para o estímulo de empresas em fixar investimentos no Estado”, confirma.

CARVÃO – O professor e pesquisador da Escola de Engenharia da Ufrgs, Luiz Carlos da Silva Pinto Filho indica que o carvão mineral ainda é uma fonte rentável a ser explorada no Estado, sobretudo pela facilidade na extração do mineral em céu aberto, como é o caso de Candiota. Neste sentido, explica que a pesquisa começa a acompanhar este potencial através de múltiplas utilizações. Atualmente 6500 estudantes nos 13 cursos e 100 grupos de pesquisa já sinalizam tecnologias limpas, desde o uso do excedente para aplicação em asfalto, para composição com metais, cerâmica, até o reaproveitamento das cinzas para o setor de construção, entre outros.

A Rede Carvão, criada em 2006, já aplicou R$ 3,6 milhões em pesquisas que podem colocar o carvão mineral gaúcho em um novo patamar, desmitificando o antigo estigma de poluidor. Conforme o diretor da Escola de Engenharia, Nilson Romeu Marcilio, há 2 meses vem sendo executado um projeto de gaseificação do carvão de Candiota para a cadeia carboquímica. O aporte de R$ 2,4 milhões pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, com parceria da Ufrgs, Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) poderá reverter os derivados do carvão em insumos para processo carboquímicos, visando à produção de Metanol. “É necessário mais pesquisa, mas é tecnicamente viável e sua extração nas jazidas a céu aberto economicamente favorável”, antecipou.
Já o pesquisador do Departamento de Engenharia Química, Ivo André Homrich Schneider, o subderivado do carvão, a Perita, considerada a vilã do processo de extração, também pode ser reaproveitado para uso químico e farmacêutico, bem como outras aplicações.

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Potencialidades eólica e carbonífera são promissoras

21/08/2013

SOlos

Além das potencialidades confirmadas pelos especialistas nos dois segmentos, as conclusões serão registradas em relatório a ser votado no Legislativo gaúcho na próxima quarta-feira (21/08) e posteriormente publicadas com previsão para setembro. A Comissão apontará, após análise do relator, os principais encaminhamentos para serem apresentados juntos aos Poderes Públicos em suas esferas estadual e federal. A audiência foi presidida pelo deputado estadual Márcio Biolchi. O evento, que reuniu um público aproximado de 40 pessoas, contou ainda com o corpo técnico de sete pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), além de representantes da Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI).

As políticas de incentivo à Energia Eólica e a atração de investimentos predominou na explanação do coordenador de Energias e Comunicações da Diretoria de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Eberson Silveira. Segundo ele, o segmento foi incluído entre os 22 setores estratégicos do Governo Estadual, que pretende alavancar a atual produção eólica dos atuais 460 MW (7% do total energético produzido no Estado) para 1.419 MW até 2017. “O Rio Grande do Sul tem 11% do potencial brasileiro eólico. A tendência é atrair cada vez mais a cadeia produtiva e agregar renda e geração de emprego”, comentou. Osório, Livramento, Palmares do Sul e Santa Vitória do Palmar concentram os maiores investimentos no Estado devido ao potencial geográfico éolico, que pode chegar até 15,88 GW. “Ao contrário do Nordeste, o Estado tem uma vantagem como diferencial competitivo, pois os melhores ventos coincide com a proximidade das Linhas de Transmissão”, garante Silveira.

Para o representante da SDPI, Fábio Weber, existe o planejamento de 40 parques eólicos a serem construídos ou já em atividade no Rio Grande do Sul. Um protótipo pioneiro em todo mundo é a instalação da Honda Energy em Xangri-lá, próximo à rodovia BR 101 ainda em setembro, com potencial de 27 MW. Outros 20 municípios gaúchos já foram prospectados por outras empresas para medição e monitoramento dos ventos no Sul. “A desoneração da cadeia produtiva ou neutralização de impostos incidentes em matérias-primas do setor contribui para o estímulo de empresas em fixar investimentos no Estado”, confirma.

CARVÃO – O professor e pesquisador da Escola de Engenharia da Ufrgs, Luiz Carlos da Silva Pinto Filho indica que o carvão mineral ainda é uma fonte rentável a ser explorada no Estado, sobretudo pela facilidade na extração do mineral em céu aberto, como é o caso de Candiota. Neste sentido, explica que a pesquisa começa a acompanhar este potencial através de múltiplas utilizações. Atualmente 6500 estudantes nos 13 cursos e 100 grupos de pesquisa já sinalizam tecnologias limpas, desde o uso do excedente para aplicação em asfalto, para composição com metais, cerâmica, até o reaproveitamento das cinzas para o setor de construção, entre outros.

A Rede Carvão, criada em 2006, já aplicou R$ 3,6 milhões em pesquisas que podem colocar o carvão mineral gaúcho em um novo patamar, desmitificando o antigo estigma de poluidor. Conforme o diretor da Escola de Engenharia, Nilson Romeu Marcilio, há 2 meses vem sendo executado um projeto de gaseificação do carvão de Candiota para a cadeia carboquímica. O aporte de R$ 2,4 milhões pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, com parceria da Ufrgs, Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) poderá reverter os derivados do carvão em insumos para processo carboquímicos, visando à produção de Metanol. “É necessário mais pesquisa, mas é tecnicamente viável e sua extração nas jazidas a céu aberto economicamente favorável”, antecipou.
Já o pesquisador do Departamento de Engenharia Química, Ivo André Homrich Schneider, o subderivado do carvão, a Perita, considerada a vilã do processo de extração, também pode ser reaproveitado para uso químico e farmacêutico, bem como outras aplicações.

Fonte: http://solos.com.br/node/757#.UhSshZLqkdx

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