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    [resumo] => Na qualidade de membro da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral e, por 16 anos, da Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, tomo a palavra nesta oportunidade para, em resposta ao artigo da ex-Ministra Marina Silva intitulado Energia do erro, tecer alguns comentários.
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Graças a Deus vivemos em um país laico e democrático, onde as pessoas podem professar suas crenças e expressar suas opiniões sobre os mais variados temas, mesmo com desconhecimento do assunto.
Recentemente, a candidata à Presidente da República nas últimas eleições Marina Silva, em artigo publicado na edição da Folha de S.Paulo de 26 de julho, afirmou:

"O modelo atual acumula crises, agora com ameaças de retorno da inflação e do desemprego. A opção pelas termelétricas não ajuda nesse contexto, pois é mais cara que a eólica e não aponta para um posicionamento do país em relação às tendências tecnológicas."

A afirmação de Marina Silva está eivada de meias verdades. A qual modelo ela se refere? Provavelmente, ao modelo mundial. Este sim acumula crises, desde 2008, como é do conhecimento de todos.

O Brasil tem atravessado esta área de turbulência, este período de crise, com muito menos sofrimento que a maioria dos países desenvolvidos. E o nosso modelo vai muito bem, padecendo, como o de todos os demais países, dos resultados de um mercado externo em recessão.

Nossa inflação tem um forte componente importado. Ou seja, na medida em que as commodities exportadas pelo País se valorizam, os preços no mercado interno sofrem aumentos. É a lógica da globalização, e nós não pedimos para estar nela, assim como não há como dela sair.

Há quem aceite a teoria do criacionismo como interpretação dos fenômenos científicos. Essa é uma opinião que deve ser respeitada, mas dizer que as térmicas a carvão são mais caras que as eólicas é desconhecer a realidade ou distorcê-la propositalmente.

No mundo, 41% da energia elétrica é gerada por usinas térmicas a carvão, e países com elevada base térmica a carvão, como a Polônia (88%), a Austrália (76%), a África do Sul (94%), a China, têm energia, e competitiva. A Espanha, por sua vez, com pesados investimentos em eólica e solar, paga um elevado preço por subsidiar essas fontes. A Alemanha, ao reconhecer o menor custo e a necessidade de energia firme, está inaugurando 5.300 megawatts de usinas a carvão este ano e passa a questionar o elevado custo de sua energia, os pesados subsídios às renováveis.

Quanto ao financiamento para usinas a carvão, os bancos multilaterais de fomento, em suas recentes políticas, não dizem "não" ao carvão, mas firmam um compromisso com a eficiência e atendem ao disposto na Rio+20 quando afirmam que financiarão usinas a carvão quando isso for necessário para a segurança energética e para o desenvolvimento dos países.

Um dos temas mais controvertidos do mundo atual se relaciona com o chamado "aquecimento global". Mas não vamos entrar nesse debate, que a cada dia se torna mais frágil e menos evidente. Nós, que somos do sul do País, temos presenciado as temperaturas mais baixas das últimas décadas. De fato, mesmo os mais radicais defensores desta hipótese já perderam o entusiasmo inicial.

Quanto às emissões, em 2010 as emissões de energia elétrica no Brasil foram de 62 gramas de CO2 por quilowatt-hora, cerca de 8 vezes menos que as emissões dos USA, dado que temos cerca de 84% de renováveis em nossa matriz. Em 2010, o carvão nacional, com um parque instalado de 1.765 megawatts, emitiu 1,88% das emissões do setor de energia, ou 0,60% do total, segundo relatório MCTI de estimativas de GEE, 2013.

Mesmo que tenhamos em 2030 14 gigawatts de carvão, ainda assim teremos uma matriz com 81,27% de renováveis, e as emissões de energia elétrica serão somente 3,77% do total, algo invejável no mundo. Portanto não existem razões de lógica ambiental para sermos contra os fósseis na geração de energia. Suas emissões são irrelevantes no Brasil e em relação ao mundo.

A entrada do carvão mineral na matriz energética brasileira como fonte de oferta segura de energia, caso venha a ocorrer no próximo Leilão A-5, significará emissões da ordem de 0,63% das emissões de energia em 2020, mas representará a segurança do Subsistema Sul, de características bastante especificas comparativamente aos demais subsistemas do Sistema Interligado Nacional - SIN, como a aleatoriedade das afluências e a baixa relação entre capacidade de máximo armazenamento e carga a ser atendida.

Mas o que pouca gente sabe é que o setor carbonífero brasileiro está na vanguarda de pesquisas voltadas para inovações tecnológicas. O Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, instalado em Criciúma graças ao esforço do Sindicato da Indústria da Extração do Estado de Santa Catarina, tem apoio do MCT, da FAPESC, da ELETROBRAS e do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Eu gostaria de convidar, desta tribuna, a ex-Ministra Marina Silva a visitar o Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, em Criciúma, Santa Catarina, que tem as tecnologias mais evoluídas em eficiência energética, para que ela entenda melhor o papel do carvão mineral não apenas como fonte de energia estável, segura e abundante, capaz de reduzir os custos de geração de energia, mas também como vetor de uma importante cadeia de produção de plástico, etanol, fertilizantes, combustíveis raros. Venha, sem preconceitos e part pris, conhecer e compreender a complexidade dessa indústria, sua importância no

Brasil e no mundo e seu futuro sem erro nem demagogias. Este é o convite que faço à Marina Silva.

Lembro que este Deputado visitou, em inúmeros países, usinas térmicas e minas a carvão. Com este avanço tecnológico, não se justifica abandonarmos uma fonte de energia que garante o atendimento dos nossos consumidores sem dependência de chuva ou vento. Hoje, nenhum país do mundo, muito menos o Brasil, pode abrir mão de nenhuma alternativa energética. Infelizmente, a ex-Ministra e sua equipe precisam estudar melhor o assunto antes de vender ilusões negativas para o nosso País.

Era o que tinha a dizer.

Solos: http://solos.com.br/node/739#.UgtxG5Lqkdx

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Graças a Deus vivemos em um país laico e democrático, onde as pessoas podem professar suas crenças e expressar suas opiniões sobre os mais variados temas, mesmo com desconhecimento do assunto.
Recentemente, a candidata à Presidente da República nas últimas eleições Marina Silva, em artigo publicado na edição da Folha de S.Paulo de 26 de julho, afirmou:

"O modelo atual acumula crises, agora com ameaças de retorno da inflação e do desemprego. A opção pelas termelétricas não ajuda nesse contexto, pois é mais cara que a eólica e não aponta para um posicionamento do país em relação às tendências tecnológicas."

A afirmação de Marina Silva está eivada de meias verdades. A qual modelo ela se refere? Provavelmente, ao modelo mundial. Este sim acumula crises, desde 2008, como é do conhecimento de todos.

O Brasil tem atravessado esta área de turbulência, este período de crise, com muito menos sofrimento que a maioria dos países desenvolvidos. E o nosso modelo vai muito bem, padecendo, como o de todos os demais países, dos resultados de um mercado externo em recessão.

Nossa inflação tem um forte componente importado. Ou seja, na medida em que as commodities exportadas pelo País se valorizam, os preços no mercado interno sofrem aumentos. É a lógica da globalização, e nós não pedimos para estar nela, assim como não há como dela sair.

Há quem aceite a teoria do criacionismo como interpretação dos fenômenos científicos. Essa é uma opinião que deve ser respeitada, mas dizer que as térmicas a carvão são mais caras que as eólicas é desconhecer a realidade ou distorcê-la propositalmente.

No mundo, 41% da energia elétrica é gerada por usinas térmicas a carvão, e países com elevada base térmica a carvão, como a Polônia (88%), a Austrália (76%), a África do Sul (94%), a China, têm energia, e competitiva. A Espanha, por sua vez, com pesados investimentos em eólica e solar, paga um elevado preço por subsidiar essas fontes. A Alemanha, ao reconhecer o menor custo e a necessidade de energia firme, está inaugurando 5.300 megawatts de usinas a carvão este ano e passa a questionar o elevado custo de sua energia, os pesados subsídios às renováveis.

Quanto ao financiamento para usinas a carvão, os bancos multilaterais de fomento, em suas recentes políticas, não dizem "não" ao carvão, mas firmam um compromisso com a eficiência e atendem ao disposto na Rio+20 quando afirmam que financiarão usinas a carvão quando isso for necessário para a segurança energética e para o desenvolvimento dos países.

Um dos temas mais controvertidos do mundo atual se relaciona com o chamado "aquecimento global". Mas não vamos entrar nesse debate, que a cada dia se torna mais frágil e menos evidente. Nós, que somos do sul do País, temos presenciado as temperaturas mais baixas das últimas décadas. De fato, mesmo os mais radicais defensores desta hipótese já perderam o entusiasmo inicial.

Quanto às emissões, em 2010 as emissões de energia elétrica no Brasil foram de 62 gramas de CO2 por quilowatt-hora, cerca de 8 vezes menos que as emissões dos USA, dado que temos cerca de 84% de renováveis em nossa matriz. Em 2010, o carvão nacional, com um parque instalado de 1.765 megawatts, emitiu 1,88% das emissões do setor de energia, ou 0,60% do total, segundo relatório MCTI de estimativas de GEE, 2013.

Mesmo que tenhamos em 2030 14 gigawatts de carvão, ainda assim teremos uma matriz com 81,27% de renováveis, e as emissões de energia elétrica serão somente 3,77% do total, algo invejável no mundo. Portanto não existem razões de lógica ambiental para sermos contra os fósseis na geração de energia. Suas emissões são irrelevantes no Brasil e em relação ao mundo.

A entrada do carvão mineral na matriz energética brasileira como fonte de oferta segura de energia, caso venha a ocorrer no próximo Leilão A-5, significará emissões da ordem de 0,63% das emissões de energia em 2020, mas representará a segurança do Subsistema Sul, de características bastante especificas comparativamente aos demais subsistemas do Sistema Interligado Nacional - SIN, como a aleatoriedade das afluências e a baixa relação entre capacidade de máximo armazenamento e carga a ser atendida.

Mas o que pouca gente sabe é que o setor carbonífero brasileiro está na vanguarda de pesquisas voltadas para inovações tecnológicas. O Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, instalado em Criciúma graças ao esforço do Sindicato da Indústria da Extração do Estado de Santa Catarina, tem apoio do MCT, da FAPESC, da ELETROBRAS e do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Eu gostaria de convidar, desta tribuna, a ex-Ministra Marina Silva a visitar o Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, em Criciúma, Santa Catarina, que tem as tecnologias mais evoluídas em eficiência energética, para que ela entenda melhor o papel do carvão mineral não apenas como fonte de energia estável, segura e abundante, capaz de reduzir os custos de geração de energia, mas também como vetor de uma importante cadeia de produção de plástico, etanol, fertilizantes, combustíveis raros. Venha, sem preconceitos e part pris, conhecer e compreender a complexidade dessa indústria, sua importância no

Brasil e no mundo e seu futuro sem erro nem demagogias. Este é o convite que faço à Marina Silva.

Lembro que este Deputado visitou, em inúmeros países, usinas térmicas e minas a carvão. Com este avanço tecnológico, não se justifica abandonarmos uma fonte de energia que garante o atendimento dos nossos consumidores sem dependência de chuva ou vento. Hoje, nenhum país do mundo, muito menos o Brasil, pode abrir mão de nenhuma alternativa energética. Infelizmente, a ex-Ministra e sua equipe precisam estudar melhor o assunto antes de vender ilusões negativas para o nosso País.

Era o que tinha a dizer.

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Deputado Edinho Bez responde ao artigo publicado por Marina Silva

14/08/2013

Solos

Graças a Deus vivemos em um país laico e democrático, onde as pessoas podem professar suas crenças e expressar suas opiniões sobre os mais variados temas, mesmo com desconhecimento do assunto.
Recentemente, a candidata à Presidente da República nas últimas eleições Marina Silva, em artigo publicado na edição da Folha de S.Paulo de 26 de julho, afirmou:

"O modelo atual acumula crises, agora com ameaças de retorno da inflação e do desemprego. A opção pelas termelétricas não ajuda nesse contexto, pois é mais cara que a eólica e não aponta para um posicionamento do país em relação às tendências tecnológicas."

A afirmação de Marina Silva está eivada de meias verdades. A qual modelo ela se refere? Provavelmente, ao modelo mundial. Este sim acumula crises, desde 2008, como é do conhecimento de todos.

O Brasil tem atravessado esta área de turbulência, este período de crise, com muito menos sofrimento que a maioria dos países desenvolvidos. E o nosso modelo vai muito bem, padecendo, como o de todos os demais países, dos resultados de um mercado externo em recessão.

Nossa inflação tem um forte componente importado. Ou seja, na medida em que as commodities exportadas pelo País se valorizam, os preços no mercado interno sofrem aumentos. É a lógica da globalização, e nós não pedimos para estar nela, assim como não há como dela sair.

Há quem aceite a teoria do criacionismo como interpretação dos fenômenos científicos. Essa é uma opinião que deve ser respeitada, mas dizer que as térmicas a carvão são mais caras que as eólicas é desconhecer a realidade ou distorcê-la propositalmente.

No mundo, 41% da energia elétrica é gerada por usinas térmicas a carvão, e países com elevada base térmica a carvão, como a Polônia (88%), a Austrália (76%), a África do Sul (94%), a China, têm energia, e competitiva. A Espanha, por sua vez, com pesados investimentos em eólica e solar, paga um elevado preço por subsidiar essas fontes. A Alemanha, ao reconhecer o menor custo e a necessidade de energia firme, está inaugurando 5.300 megawatts de usinas a carvão este ano e passa a questionar o elevado custo de sua energia, os pesados subsídios às renováveis.

Quanto ao financiamento para usinas a carvão, os bancos multilaterais de fomento, em suas recentes políticas, não dizem "não" ao carvão, mas firmam um compromisso com a eficiência e atendem ao disposto na Rio+20 quando afirmam que financiarão usinas a carvão quando isso for necessário para a segurança energética e para o desenvolvimento dos países.

Um dos temas mais controvertidos do mundo atual se relaciona com o chamado "aquecimento global". Mas não vamos entrar nesse debate, que a cada dia se torna mais frágil e menos evidente. Nós, que somos do sul do País, temos presenciado as temperaturas mais baixas das últimas décadas. De fato, mesmo os mais radicais defensores desta hipótese já perderam o entusiasmo inicial.

Quanto às emissões, em 2010 as emissões de energia elétrica no Brasil foram de 62 gramas de CO2 por quilowatt-hora, cerca de 8 vezes menos que as emissões dos USA, dado que temos cerca de 84% de renováveis em nossa matriz. Em 2010, o carvão nacional, com um parque instalado de 1.765 megawatts, emitiu 1,88% das emissões do setor de energia, ou 0,60% do total, segundo relatório MCTI de estimativas de GEE, 2013.

Mesmo que tenhamos em 2030 14 gigawatts de carvão, ainda assim teremos uma matriz com 81,27% de renováveis, e as emissões de energia elétrica serão somente 3,77% do total, algo invejável no mundo. Portanto não existem razões de lógica ambiental para sermos contra os fósseis na geração de energia. Suas emissões são irrelevantes no Brasil e em relação ao mundo.

A entrada do carvão mineral na matriz energética brasileira como fonte de oferta segura de energia, caso venha a ocorrer no próximo Leilão A-5, significará emissões da ordem de 0,63% das emissões de energia em 2020, mas representará a segurança do Subsistema Sul, de características bastante especificas comparativamente aos demais subsistemas do Sistema Interligado Nacional - SIN, como a aleatoriedade das afluências e a baixa relação entre capacidade de máximo armazenamento e carga a ser atendida.

Mas o que pouca gente sabe é que o setor carbonífero brasileiro está na vanguarda de pesquisas voltadas para inovações tecnológicas. O Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, instalado em Criciúma graças ao esforço do Sindicato da Indústria da Extração do Estado de Santa Catarina, tem apoio do MCT, da FAPESC, da ELETROBRAS e do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Eu gostaria de convidar, desta tribuna, a ex-Ministra Marina Silva a visitar o Centro Tecnológico de Carvão Limpo - CTCL, em Criciúma, Santa Catarina, que tem as tecnologias mais evoluídas em eficiência energética, para que ela entenda melhor o papel do carvão mineral não apenas como fonte de energia estável, segura e abundante, capaz de reduzir os custos de geração de energia, mas também como vetor de uma importante cadeia de produção de plástico, etanol, fertilizantes, combustíveis raros. Venha, sem preconceitos e part pris, conhecer e compreender a complexidade dessa indústria, sua importância no

Brasil e no mundo e seu futuro sem erro nem demagogias. Este é o convite que faço à Marina Silva.

Lembro que este Deputado visitou, em inúmeros países, usinas térmicas e minas a carvão. Com este avanço tecnológico, não se justifica abandonarmos uma fonte de energia que garante o atendimento dos nossos consumidores sem dependência de chuva ou vento. Hoje, nenhum país do mundo, muito menos o Brasil, pode abrir mão de nenhuma alternativa energética. Infelizmente, a ex-Ministra e sua equipe precisam estudar melhor o assunto antes de vender ilusões negativas para o nosso País.

Era o que tinha a dizer.

Solos: http://solos.com.br/node/739#.UgtxG5Lqkdx

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