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Conforme informações do governo do Estado, esses projetos somariam cerca de 1,38 mil MW (cerca de um terço da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). Simas enfatiza que, para o Estado se desenvolver, é fundamental a oferta de energia. “Estou torcendo que dê certo, não como presidente da CRM, nem como alguém do governo, mas pelo Estado.” O dirigente recorda que o Rio Grande do Sul “importa” de outros estados em torno de 60% da energia que consome. A partir do carvão e da fonte eólica, segundo o executivo, a região pode mudar essa situação e se tornar exportadora.

“Acho que o Rio Grande do Sul passará a viver, após os leilões, um novo momento”, aposta o dirigente. Para Simas, o carvão será estabelecido como uma das fontes que fortalecerá a matriz energética brasileira. O presidente da CRM cita ainda a possibilidade de aproveitar a gaseificação do insumo para complementar a geração de energia elétrica. “Depois, o céu é o limite, pois seria possível fazer o gás de síntese, que se presta como o petróleo para alcançar os produtos químicos”, salienta. Simas considera que o maior obstáculo que o carvão terá que superar é o preconceito histórico sobre o insumo e alcançar a isonomia de financiamentos com as outras fontes.
Greenpeace diz que retorno do insumo é retrocesso

“A volta do carvão, é forte falar isso, mas é um retrocesso na nossa política energética”, afirma a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Renata Nitta. A ambientalista lamenta que, ao invés de se trabalhar cada vez mais para a entrada de energias renováveis, a matriz energética volte a ser “sujada”.

A integrante da Greenpeace recorda que uma termelétrica a carvão implica desde a emissão de gases que provocam o efeito estufa até poluentes atmosféricos que prejudicam a qualidade do ar. Segundo Renata, a geração de CO2 por kWh em uma térmica a carvão é o dobro do que em uma a gás natural e cerca de 80 vezes mais do que a de um parque eólico. Outro impacto é o uso intensivo de água (que vira vapor e movimenta as pás das turbinas) e a própria mineração. “O carvão é o pior de todos”, reitera a coordenadora da Campanha de Clima e Energia. Renata sugere como opções de geração de energia as fontes eólica, solar e biomassa.

Renata reforça que o carvão não pode ser considerado uma energia barata e, atualmente, é mais cara do que a eólica. A representante do Greenpeace acrescenta que o Rio Grande do Sul possui um ótimo potencial de ventos, que pode aproveitar para não ficar dependente do carvão, econômica ou energeticamente. Para a ambientalista, o “preço” pago pelo carvão não justifica o argumento do uso de uma energia firme.

Fonte: http://solos.com.br/node/729#.UgJOb5Lqkdx

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Conforme informações do governo do Estado, esses projetos somariam cerca de 1,38 mil MW (cerca de um terço da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). Simas enfatiza que, para o Estado se desenvolver, é fundamental a oferta de energia. “Estou torcendo que dê certo, não como presidente da CRM, nem como alguém do governo, mas pelo Estado.” O dirigente recorda que o Rio Grande do Sul “importa” de outros estados em torno de 60% da energia que consome. A partir do carvão e da fonte eólica, segundo o executivo, a região pode mudar essa situação e se tornar exportadora.

“Acho que o Rio Grande do Sul passará a viver, após os leilões, um novo momento”, aposta o dirigente. Para Simas, o carvão será estabelecido como uma das fontes que fortalecerá a matriz energética brasileira. O presidente da CRM cita ainda a possibilidade de aproveitar a gaseificação do insumo para complementar a geração de energia elétrica. “Depois, o céu é o limite, pois seria possível fazer o gás de síntese, que se presta como o petróleo para alcançar os produtos químicos”, salienta. Simas considera que o maior obstáculo que o carvão terá que superar é o preconceito histórico sobre o insumo e alcançar a isonomia de financiamentos com as outras fontes.
Greenpeace diz que retorno do insumo é retrocesso

“A volta do carvão, é forte falar isso, mas é um retrocesso na nossa política energética”, afirma a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Renata Nitta. A ambientalista lamenta que, ao invés de se trabalhar cada vez mais para a entrada de energias renováveis, a matriz energética volte a ser “sujada”.

A integrante da Greenpeace recorda que uma termelétrica a carvão implica desde a emissão de gases que provocam o efeito estufa até poluentes atmosféricos que prejudicam a qualidade do ar. Segundo Renata, a geração de CO2 por kWh em uma térmica a carvão é o dobro do que em uma a gás natural e cerca de 80 vezes mais do que a de um parque eólico. Outro impacto é o uso intensivo de água (que vira vapor e movimenta as pás das turbinas) e a própria mineração. “O carvão é o pior de todos”, reitera a coordenadora da Campanha de Clima e Energia. Renata sugere como opções de geração de energia as fontes eólica, solar e biomassa.

Renata reforça que o carvão não pode ser considerado uma energia barata e, atualmente, é mais cara do que a eólica. A representante do Greenpeace acrescenta que o Rio Grande do Sul possui um ótimo potencial de ventos, que pode aproveitar para não ficar dependente do carvão, econômica ou energeticamente. Para a ambientalista, o “preço” pago pelo carvão não justifica o argumento do uso de uma energia firme.

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Carvão volta a ocupar espaço na matriz elétrica - 3ª parte

07/08/2013

Solos

Conforme informações do governo do Estado, esses projetos somariam cerca de 1,38 mil MW (cerca de um terço da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). Simas enfatiza que, para o Estado se desenvolver, é fundamental a oferta de energia. “Estou torcendo que dê certo, não como presidente da CRM, nem como alguém do governo, mas pelo Estado.” O dirigente recorda que o Rio Grande do Sul “importa” de outros estados em torno de 60% da energia que consome. A partir do carvão e da fonte eólica, segundo o executivo, a região pode mudar essa situação e se tornar exportadora.

“Acho que o Rio Grande do Sul passará a viver, após os leilões, um novo momento”, aposta o dirigente. Para Simas, o carvão será estabelecido como uma das fontes que fortalecerá a matriz energética brasileira. O presidente da CRM cita ainda a possibilidade de aproveitar a gaseificação do insumo para complementar a geração de energia elétrica. “Depois, o céu é o limite, pois seria possível fazer o gás de síntese, que se presta como o petróleo para alcançar os produtos químicos”, salienta. Simas considera que o maior obstáculo que o carvão terá que superar é o preconceito histórico sobre o insumo e alcançar a isonomia de financiamentos com as outras fontes.
Greenpeace diz que retorno do insumo é retrocesso

“A volta do carvão, é forte falar isso, mas é um retrocesso na nossa política energética”, afirma a coordenadora da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace, Renata Nitta. A ambientalista lamenta que, ao invés de se trabalhar cada vez mais para a entrada de energias renováveis, a matriz energética volte a ser “sujada”.

A integrante da Greenpeace recorda que uma termelétrica a carvão implica desde a emissão de gases que provocam o efeito estufa até poluentes atmosféricos que prejudicam a qualidade do ar. Segundo Renata, a geração de CO2 por kWh em uma térmica a carvão é o dobro do que em uma a gás natural e cerca de 80 vezes mais do que a de um parque eólico. Outro impacto é o uso intensivo de água (que vira vapor e movimenta as pás das turbinas) e a própria mineração. “O carvão é o pior de todos”, reitera a coordenadora da Campanha de Clima e Energia. Renata sugere como opções de geração de energia as fontes eólica, solar e biomassa.

Renata reforça que o carvão não pode ser considerado uma energia barata e, atualmente, é mais cara do que a eólica. A representante do Greenpeace acrescenta que o Rio Grande do Sul possui um ótimo potencial de ventos, que pode aproveitar para não ficar dependente do carvão, econômica ou energeticamente. Para a ambientalista, o “preço” pago pelo carvão não justifica o argumento do uso de uma energia firme.

Fonte: http://solos.com.br/node/729#.UgJOb5Lqkdx

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