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Isso ocorrendo, o Brasil seguiria uma tendência mundial. Apesar do crescimento de fontes renováveis como a eólica e a solar, o carvão ainda representa uma das principais gerações de energia no planeta. Entre as nações que continuarão aproveitando o combustível está a China. O país deverá utilizar intensamente o insumo não somente na geração de eletricidade, mas na gaseificação e desenvolvimento da cadeia carboquímica.

Conforme dados do Balanço Energético do Rio Grande do Sul 2011, o carvão provavelmente será a fonte mundial de energia que terá a segunda maior taxa de crescimento (perdendo apenas para a dos energéticos renováveis) no período de 2007 a 2035. O consumo mundial de carvão aumentará de 3,337 trilhões de toneladas equivalente de petróleo (tep) para 5,199 trilhões de tep em 2035, com uma taxa anual de crescimento de 1,6%.

O crescimento maior do consumo de carvão ocorrerá principalmente nos países não pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), especialmente na China e na Índia. Já a participação do carvão na matriz energética mundial está projetada para passar de 26,74% em 2007 para 27,93% em 2035.

Zancan admite que sempre existe, em relação ao carvão, o estigma, alguém falando contra o insumo. “Isso é normal, faz parte do jogo”, aceita o dirigente. No entanto, ele defende que o Brasil precisa aproveitar todas as formas de geração de energia e não é possível focar apenas em fontes como a eólica e solar.

Importado possui maior poder calorífero, mas sofre com o dólar

Uma dificuldade “política” que o carvão brasileiro enfrenta é o fato de que praticamente todas as jazidas do mineral encontram-se apenas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Neste leilão de agosto, os projetos térmicos desses dois estados participarão com insumo nacional e o do Rio de Janeiro com importado.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) não revela o empreendedor do projeto fluminense, porém, fontes garantem que se trata da termelétrica Açu, a ser implementada pela MPX no município de São João da Barra. Essa usina será alimentada com carvão colombiano. O presidente da CRM, Elifas Simas, detalha que o carvão proveniente da Colômbia possui menos cinzas e tem maior poder calorífero do que o brasileiro. Ou seja, é necessária uma menor quantidade para gerar o mesmo volume de energia do nacional. No entanto, Simas ressalta que o deslocamento do insumo e a variação cambial oneram esse produto.

O presidente da ABCM, Fernando Zancan, concorda que, quanto mais o dólar se valoriza, menor será a competitividade do combustível proveniente do exterior. O dirigente defende que qualquer benefício dado ao carvão precisa ser concedido ao nacional e não estendido ao estrangeiro. “A extração do carvão nacional gera emprego e renda, aquecendo a economia do País, diferentemente do carvão do exterior”, sustenta Zancan.

Uma indagação feita por fontes que acompanham os empreendimentos da MPX é se a companhia poderia focar esforços em apenas um de seus dois projetos cadastrados no próximo leilão. Conforme a assessoria de imprensa da MPX, por questões estratégicas, a companhia não irá comentar sobre cada projeto individualmente. Contudo, a empresa acredita que se trata de empreendimentos fundamentais para a expansão do sistema elétrico brasileiro. Em julho, a MPX confirmou a realização de um aumento de capital privado de R$ 800 milhões. A capitalização teve como objetivo fortalecer a estrutura de capital da MPX, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios.

Já o projeto da CTSUL, em Cachoeira do Sul, vem sendo trabalhado há mais de uma década. “É um bom projeto, é uma solução, e o Brasil precisa disso”, enfatiza o presidente da CTSUL, Douglas Carstens. O empresário acrescenta que todas as fontes de energia serão importantes para o crescimento do Brasil e o carvão deverá cumprir o seu papel.

O ideal, indica o executivo, é que haja continuidade para o carvão no setor elétrico e que o insumo não fique limitado aos certames deste ano. Carstens informa que, caso o projeto da CTSUL não saia vitorioso neste leilão de agosto, a meta é reinscrevê-lo em futuras disputas. “Cada vez ficamos mais prontos.”

O dirigente revela que participam do empreendimento, atualmente, três pessoas físicas e as empresas EBM e Celetro. Se a CTSUL ganhar o leilão, a Mina do Iruí, que fornecerá o carvão para a usina, terá que ser reaberta. A jazida pertence à CRM. O presidente da estatal, Elifas Simas, calcula que para reativar a mina será necessário um investimento de cerca de R$ 70 milhões.

Fonte: http://solos.com.br/node/728#.UgJMC5Lqkdx

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Isso ocorrendo, o Brasil seguiria uma tendência mundial. Apesar do crescimento de fontes renováveis como a eólica e a solar, o carvão ainda representa uma das principais gerações de energia no planeta. Entre as nações que continuarão aproveitando o combustível está a China. O país deverá utilizar intensamente o insumo não somente na geração de eletricidade, mas na gaseificação e desenvolvimento da cadeia carboquímica.

Conforme dados do Balanço Energético do Rio Grande do Sul 2011, o carvão provavelmente será a fonte mundial de energia que terá a segunda maior taxa de crescimento (perdendo apenas para a dos energéticos renováveis) no período de 2007 a 2035. O consumo mundial de carvão aumentará de 3,337 trilhões de toneladas equivalente de petróleo (tep) para 5,199 trilhões de tep em 2035, com uma taxa anual de crescimento de 1,6%.

O crescimento maior do consumo de carvão ocorrerá principalmente nos países não pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), especialmente na China e na Índia. Já a participação do carvão na matriz energética mundial está projetada para passar de 26,74% em 2007 para 27,93% em 2035.

Zancan admite que sempre existe, em relação ao carvão, o estigma, alguém falando contra o insumo. “Isso é normal, faz parte do jogo”, aceita o dirigente. No entanto, ele defende que o Brasil precisa aproveitar todas as formas de geração de energia e não é possível focar apenas em fontes como a eólica e solar.

Importado possui maior poder calorífero, mas sofre com o dólar

Uma dificuldade “política” que o carvão brasileiro enfrenta é o fato de que praticamente todas as jazidas do mineral encontram-se apenas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Neste leilão de agosto, os projetos térmicos desses dois estados participarão com insumo nacional e o do Rio de Janeiro com importado.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) não revela o empreendedor do projeto fluminense, porém, fontes garantem que se trata da termelétrica Açu, a ser implementada pela MPX no município de São João da Barra. Essa usina será alimentada com carvão colombiano. O presidente da CRM, Elifas Simas, detalha que o carvão proveniente da Colômbia possui menos cinzas e tem maior poder calorífero do que o brasileiro. Ou seja, é necessária uma menor quantidade para gerar o mesmo volume de energia do nacional. No entanto, Simas ressalta que o deslocamento do insumo e a variação cambial oneram esse produto.

O presidente da ABCM, Fernando Zancan, concorda que, quanto mais o dólar se valoriza, menor será a competitividade do combustível proveniente do exterior. O dirigente defende que qualquer benefício dado ao carvão precisa ser concedido ao nacional e não estendido ao estrangeiro. “A extração do carvão nacional gera emprego e renda, aquecendo a economia do País, diferentemente do carvão do exterior”, sustenta Zancan.

Uma indagação feita por fontes que acompanham os empreendimentos da MPX é se a companhia poderia focar esforços em apenas um de seus dois projetos cadastrados no próximo leilão. Conforme a assessoria de imprensa da MPX, por questões estratégicas, a companhia não irá comentar sobre cada projeto individualmente. Contudo, a empresa acredita que se trata de empreendimentos fundamentais para a expansão do sistema elétrico brasileiro. Em julho, a MPX confirmou a realização de um aumento de capital privado de R$ 800 milhões. A capitalização teve como objetivo fortalecer a estrutura de capital da MPX, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios.

Já o projeto da CTSUL, em Cachoeira do Sul, vem sendo trabalhado há mais de uma década. “É um bom projeto, é uma solução, e o Brasil precisa disso”, enfatiza o presidente da CTSUL, Douglas Carstens. O empresário acrescenta que todas as fontes de energia serão importantes para o crescimento do Brasil e o carvão deverá cumprir o seu papel.

O ideal, indica o executivo, é que haja continuidade para o carvão no setor elétrico e que o insumo não fique limitado aos certames deste ano. Carstens informa que, caso o projeto da CTSUL não saia vitorioso neste leilão de agosto, a meta é reinscrevê-lo em futuras disputas. “Cada vez ficamos mais prontos.”

O dirigente revela que participam do empreendimento, atualmente, três pessoas físicas e as empresas EBM e Celetro. Se a CTSUL ganhar o leilão, a Mina do Iruí, que fornecerá o carvão para a usina, terá que ser reaberta. A jazida pertence à CRM. O presidente da estatal, Elifas Simas, calcula que para reativar a mina será necessário um investimento de cerca de R$ 70 milhões.

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Carvão volta a ocupar espaço na matriz elétrica - 2ª Parte

07/08/2013

Solos

Isso ocorrendo, o Brasil seguiria uma tendência mundial. Apesar do crescimento de fontes renováveis como a eólica e a solar, o carvão ainda representa uma das principais gerações de energia no planeta. Entre as nações que continuarão aproveitando o combustível está a China. O país deverá utilizar intensamente o insumo não somente na geração de eletricidade, mas na gaseificação e desenvolvimento da cadeia carboquímica.

Conforme dados do Balanço Energético do Rio Grande do Sul 2011, o carvão provavelmente será a fonte mundial de energia que terá a segunda maior taxa de crescimento (perdendo apenas para a dos energéticos renováveis) no período de 2007 a 2035. O consumo mundial de carvão aumentará de 3,337 trilhões de toneladas equivalente de petróleo (tep) para 5,199 trilhões de tep em 2035, com uma taxa anual de crescimento de 1,6%.

O crescimento maior do consumo de carvão ocorrerá principalmente nos países não pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), especialmente na China e na Índia. Já a participação do carvão na matriz energética mundial está projetada para passar de 26,74% em 2007 para 27,93% em 2035.

Zancan admite que sempre existe, em relação ao carvão, o estigma, alguém falando contra o insumo. “Isso é normal, faz parte do jogo”, aceita o dirigente. No entanto, ele defende que o Brasil precisa aproveitar todas as formas de geração de energia e não é possível focar apenas em fontes como a eólica e solar.

Importado possui maior poder calorífero, mas sofre com o dólar

Uma dificuldade “política” que o carvão brasileiro enfrenta é o fato de que praticamente todas as jazidas do mineral encontram-se apenas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Neste leilão de agosto, os projetos térmicos desses dois estados participarão com insumo nacional e o do Rio de Janeiro com importado.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) não revela o empreendedor do projeto fluminense, porém, fontes garantem que se trata da termelétrica Açu, a ser implementada pela MPX no município de São João da Barra. Essa usina será alimentada com carvão colombiano. O presidente da CRM, Elifas Simas, detalha que o carvão proveniente da Colômbia possui menos cinzas e tem maior poder calorífero do que o brasileiro. Ou seja, é necessária uma menor quantidade para gerar o mesmo volume de energia do nacional. No entanto, Simas ressalta que o deslocamento do insumo e a variação cambial oneram esse produto.

O presidente da ABCM, Fernando Zancan, concorda que, quanto mais o dólar se valoriza, menor será a competitividade do combustível proveniente do exterior. O dirigente defende que qualquer benefício dado ao carvão precisa ser concedido ao nacional e não estendido ao estrangeiro. “A extração do carvão nacional gera emprego e renda, aquecendo a economia do País, diferentemente do carvão do exterior”, sustenta Zancan.

Uma indagação feita por fontes que acompanham os empreendimentos da MPX é se a companhia poderia focar esforços em apenas um de seus dois projetos cadastrados no próximo leilão. Conforme a assessoria de imprensa da MPX, por questões estratégicas, a companhia não irá comentar sobre cada projeto individualmente. Contudo, a empresa acredita que se trata de empreendimentos fundamentais para a expansão do sistema elétrico brasileiro. Em julho, a MPX confirmou a realização de um aumento de capital privado de R$ 800 milhões. A capitalização teve como objetivo fortalecer a estrutura de capital da MPX, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios.

Já o projeto da CTSUL, em Cachoeira do Sul, vem sendo trabalhado há mais de uma década. “É um bom projeto, é uma solução, e o Brasil precisa disso”, enfatiza o presidente da CTSUL, Douglas Carstens. O empresário acrescenta que todas as fontes de energia serão importantes para o crescimento do Brasil e o carvão deverá cumprir o seu papel.

O ideal, indica o executivo, é que haja continuidade para o carvão no setor elétrico e que o insumo não fique limitado aos certames deste ano. Carstens informa que, caso o projeto da CTSUL não saia vitorioso neste leilão de agosto, a meta é reinscrevê-lo em futuras disputas. “Cada vez ficamos mais prontos.”

O dirigente revela que participam do empreendimento, atualmente, três pessoas físicas e as empresas EBM e Celetro. Se a CTSUL ganhar o leilão, a Mina do Iruí, que fornecerá o carvão para a usina, terá que ser reaberta. A jazida pertence à CRM. O presidente da estatal, Elifas Simas, calcula que para reativar a mina será necessário um investimento de cerca de R$ 70 milhões.

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