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Conforme o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, a avaliação é de que o processo de mudanças na MPX, como a saída de Eike da presidência do Conselho Administrativo, traz tranquilidade para que os investimentos no Rio Grande do Sul sejam feitos. “Isto demonstra que os novos controladores estão comprometidos com os projetos da empresa no Brasil, em especial neste do Rio Grande do Sul, que é o maior da empresa. As apostas feitas por nós foram bem-sucedidas, pois a MPX está investindo para cumprir a parte dela”, analisa.

Há três semanas, foi assinado um protocolo de intenções entre o Estado e a empresa garantindo o diferimento de ICMS em operações internas para investimentos no imobilizado da empresa, além de isenção nas importações para compra de máquinas e equipamentos caso não existam similares no País.

Além da saída de Eike da presidência do conselho, a MPX anunciou em nota nesta quinta-feira um aumento de capital privado no valor de R$ 800 milhões a R$ 6,45 por ação. Na operação, a sócia E.ON investirá até R$ 366 milhões, enquanto o BTG Pactual comprometeu-se a aportar o montante restante. O objetivo é contribuir para fortalecer a estrutura de capital da companhia, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios. Jorgen Kildahl, membro do Conselho de Administração da E.ON SE e até então vice-presidente do Conselho da MPX, foi indicado como presidente interino no lugar de Eike Batista.

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, a mudança interna da MPX não traz nenhuma alteração no mercado. A preocupação, segundo o dirigente, é com as regras do edital do leilão que vão ser divulgadas no próximo dia 8. “A entrada da E.ON no processo é boa pelo fato de ser uma empresa de larga tradição em geração térmica, isso não traz nenhuma mudança. O que temos que ficar de olho são nas regras do edital. Trabalhamos agora é para viabilizar os incentivos federais para o setor e dar isonomia para o carvão mineral ser competitivo”, salienta.

Zancan acredita que não há motivos técnicos e nem ambientais para não se desenvolver os projetos de energia gerada a carvão. “Estes empreendimentos de Candiota são importantes, pois é uma região pobre e precisa ser desenvolvida. Precisamos de usinas térmicas que gerem empregos e renda”, completa o presidente da ABCM.

Os projetos das termelétricas devem gerar pelo menos mais 1.327 megawatts de energia, o que representa cerca de 35% da demanda do Rio Grande do Sul. A UTE Sul terá 727 megawatts de capacidade, enquanto a UTE Seival terá 600 megawatts.

Fonte: http://solos.com.br/node/683#.Ue6AYvnqkdx

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Conforme o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, a avaliação é de que o processo de mudanças na MPX, como a saída de Eike da presidência do Conselho Administrativo, traz tranquilidade para que os investimentos no Rio Grande do Sul sejam feitos. “Isto demonstra que os novos controladores estão comprometidos com os projetos da empresa no Brasil, em especial neste do Rio Grande do Sul, que é o maior da empresa. As apostas feitas por nós foram bem-sucedidas, pois a MPX está investindo para cumprir a parte dela”, analisa.

Há três semanas, foi assinado um protocolo de intenções entre o Estado e a empresa garantindo o diferimento de ICMS em operações internas para investimentos no imobilizado da empresa, além de isenção nas importações para compra de máquinas e equipamentos caso não existam similares no País.

Além da saída de Eike da presidência do conselho, a MPX anunciou em nota nesta quinta-feira um aumento de capital privado no valor de R$ 800 milhões a R$ 6,45 por ação. Na operação, a sócia E.ON investirá até R$ 366 milhões, enquanto o BTG Pactual comprometeu-se a aportar o montante restante. O objetivo é contribuir para fortalecer a estrutura de capital da companhia, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios. Jorgen Kildahl, membro do Conselho de Administração da E.ON SE e até então vice-presidente do Conselho da MPX, foi indicado como presidente interino no lugar de Eike Batista.

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, a mudança interna da MPX não traz nenhuma alteração no mercado. A preocupação, segundo o dirigente, é com as regras do edital do leilão que vão ser divulgadas no próximo dia 8. “A entrada da E.ON no processo é boa pelo fato de ser uma empresa de larga tradição em geração térmica, isso não traz nenhuma mudança. O que temos que ficar de olho são nas regras do edital. Trabalhamos agora é para viabilizar os incentivos federais para o setor e dar isonomia para o carvão mineral ser competitivo”, salienta.

Zancan acredita que não há motivos técnicos e nem ambientais para não se desenvolver os projetos de energia gerada a carvão. “Estes empreendimentos de Candiota são importantes, pois é uma região pobre e precisa ser desenvolvida. Precisamos de usinas térmicas que gerem empregos e renda”, completa o presidente da ABCM.

Os projetos das termelétricas devem gerar pelo menos mais 1.327 megawatts de energia, o que representa cerca de 35% da demanda do Rio Grande do Sul. A UTE Sul terá 727 megawatts de capacidade, enquanto a UTE Seival terá 600 megawatts.

Fonte: http://solos.com.br/node/683#.Ue6AYvnqkdx

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Mudanças na MPX não alteram investimentos

23/07/2013

Solos

Conforme o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, a avaliação é de que o processo de mudanças na MPX, como a saída de Eike da presidência do Conselho Administrativo, traz tranquilidade para que os investimentos no Rio Grande do Sul sejam feitos. “Isto demonstra que os novos controladores estão comprometidos com os projetos da empresa no Brasil, em especial neste do Rio Grande do Sul, que é o maior da empresa. As apostas feitas por nós foram bem-sucedidas, pois a MPX está investindo para cumprir a parte dela”, analisa.

Há três semanas, foi assinado um protocolo de intenções entre o Estado e a empresa garantindo o diferimento de ICMS em operações internas para investimentos no imobilizado da empresa, além de isenção nas importações para compra de máquinas e equipamentos caso não existam similares no País.

Além da saída de Eike da presidência do conselho, a MPX anunciou em nota nesta quinta-feira um aumento de capital privado no valor de R$ 800 milhões a R$ 6,45 por ação. Na operação, a sócia E.ON investirá até R$ 366 milhões, enquanto o BTG Pactual comprometeu-se a aportar o montante restante. O objetivo é contribuir para fortalecer a estrutura de capital da companhia, sustentando o desenvolvimento de seu plano de negócios. Jorgen Kildahl, membro do Conselho de Administração da E.ON SE e até então vice-presidente do Conselho da MPX, foi indicado como presidente interino no lugar de Eike Batista.

Para o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, a mudança interna da MPX não traz nenhuma alteração no mercado. A preocupação, segundo o dirigente, é com as regras do edital do leilão que vão ser divulgadas no próximo dia 8. “A entrada da E.ON no processo é boa pelo fato de ser uma empresa de larga tradição em geração térmica, isso não traz nenhuma mudança. O que temos que ficar de olho são nas regras do edital. Trabalhamos agora é para viabilizar os incentivos federais para o setor e dar isonomia para o carvão mineral ser competitivo”, salienta.

Zancan acredita que não há motivos técnicos e nem ambientais para não se desenvolver os projetos de energia gerada a carvão. “Estes empreendimentos de Candiota são importantes, pois é uma região pobre e precisa ser desenvolvida. Precisamos de usinas térmicas que gerem empregos e renda”, completa o presidente da ABCM.

Os projetos das termelétricas devem gerar pelo menos mais 1.327 megawatts de energia, o que representa cerca de 35% da demanda do Rio Grande do Sul. A UTE Sul terá 727 megawatts de capacidade, enquanto a UTE Seival terá 600 megawatts.

Fonte: http://solos.com.br/node/683#.Ue6AYvnqkdx

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