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A multinacional anglo-australiana Rio Tinto retomou, quinta-feira, o escoamento do carvão mineral ao longo da linha férrea de Sena, que liga a região carbonífera de Moatize, na província de Tete, ao Porto da Beira, na província central de Sofala, cerca de duas semanas de uma completa paralisação por recear ataques da Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, informa a AIM.

O jornal "Noticias" escreve na sua edição de hoje que quatro comboios daquela mineradora fizeram-se ao tráfego, numa altura em que a companhia brasileira Vale também reforçou a operação com mais locomotivas a rolar nos carris.

A Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) na zona centro anunciou, por seu turno, que a circulação de pessoas e bens naquela ferrovia de uma extensão total de 675 quilómetros voltou à normalidade, tendo mesmo sido levantada na quinta-feira a restrição da velocidade das locomotivas para uma visualização perfeita dos tripulantes.

O facto acontece depois de o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, ter anunciado esta quarta-feira numa conferência de Imprensa a partir do seu quartel-general em Sathungira como tendo dado ordens para suspender as incursões armadas no país.

Mesmo assim, o comboio de passageiros que circula uma vez por semana ao longo da linha de Sena no sentido ascendente e descendente entre as estações ferroviárias da Beira e Marromeu e Beira e Moatize continua a ser escoltado pelas forças de defesa e segurança para garantir a ordem e tranquilidade públicas que, eventualmente, possa vir a ser alterado por alguns oportunistas.

Para a sociedade em geral e particularmente aos exploradores de recursos minerais na bacia sedimentar do Zambeze, em Tete, os episódios horríveis que aconteceram em Muxúnguè nos dias 21 e 24 de Junho passado que resultaram na morte de dois civis, cinco feridos e destruição de três viaturas ao longo da Estrada Nacional Número Um, que liga o país Norte-Sul, contribuíram negativamente para a economia nacional.

Tudo isto acontece numa altura em que passados 14 dias uma distância de 110 quilómetros entre a sede do posto administrativo de Muxúnguè e a Vila Franca do Save, em Inhambane, continua a ser escoltada pelas forças de defesa e segurança.

Fonte: http://solos.com.br/node/687#.Ue5-kPnqkdx

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A multinacional anglo-australiana Rio Tinto retomou, quinta-feira, o escoamento do carvão mineral ao longo da linha férrea de Sena, que liga a região carbonífera de Moatize, na província de Tete, ao Porto da Beira, na província central de Sofala, cerca de duas semanas de uma completa paralisação por recear ataques da Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, informa a AIM.

O jornal "Noticias" escreve na sua edição de hoje que quatro comboios daquela mineradora fizeram-se ao tráfego, numa altura em que a companhia brasileira Vale também reforçou a operação com mais locomotivas a rolar nos carris.

A Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) na zona centro anunciou, por seu turno, que a circulação de pessoas e bens naquela ferrovia de uma extensão total de 675 quilómetros voltou à normalidade, tendo mesmo sido levantada na quinta-feira a restrição da velocidade das locomotivas para uma visualização perfeita dos tripulantes.

O facto acontece depois de o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, ter anunciado esta quarta-feira numa conferência de Imprensa a partir do seu quartel-general em Sathungira como tendo dado ordens para suspender as incursões armadas no país.

Mesmo assim, o comboio de passageiros que circula uma vez por semana ao longo da linha de Sena no sentido ascendente e descendente entre as estações ferroviárias da Beira e Marromeu e Beira e Moatize continua a ser escoltado pelas forças de defesa e segurança para garantir a ordem e tranquilidade públicas que, eventualmente, possa vir a ser alterado por alguns oportunistas.

Para a sociedade em geral e particularmente aos exploradores de recursos minerais na bacia sedimentar do Zambeze, em Tete, os episódios horríveis que aconteceram em Muxúnguè nos dias 21 e 24 de Junho passado que resultaram na morte de dois civis, cinco feridos e destruição de três viaturas ao longo da Estrada Nacional Número Um, que liga o país Norte-Sul, contribuíram negativamente para a economia nacional.

Tudo isto acontece numa altura em que passados 14 dias uma distância de 110 quilómetros entre a sede do posto administrativo de Muxúnguè e a Vila Franca do Save, em Inhambane, continua a ser escoltada pelas forças de defesa e segurança.

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Rio Tinto retoma escoamento de carvão na ferrovia do Sena, em Moçambique

23/07/2013

Solos

A multinacional anglo-australiana Rio Tinto retomou, quinta-feira, o escoamento do carvão mineral ao longo da linha férrea de Sena, que liga a região carbonífera de Moatize, na província de Tete, ao Porto da Beira, na província central de Sofala, cerca de duas semanas de uma completa paralisação por recear ataques da Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, informa a AIM.

O jornal "Noticias" escreve na sua edição de hoje que quatro comboios daquela mineradora fizeram-se ao tráfego, numa altura em que a companhia brasileira Vale também reforçou a operação com mais locomotivas a rolar nos carris.

A Empresa Pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) na zona centro anunciou, por seu turno, que a circulação de pessoas e bens naquela ferrovia de uma extensão total de 675 quilómetros voltou à normalidade, tendo mesmo sido levantada na quinta-feira a restrição da velocidade das locomotivas para uma visualização perfeita dos tripulantes.

O facto acontece depois de o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, ter anunciado esta quarta-feira numa conferência de Imprensa a partir do seu quartel-general em Sathungira como tendo dado ordens para suspender as incursões armadas no país.

Mesmo assim, o comboio de passageiros que circula uma vez por semana ao longo da linha de Sena no sentido ascendente e descendente entre as estações ferroviárias da Beira e Marromeu e Beira e Moatize continua a ser escoltado pelas forças de defesa e segurança para garantir a ordem e tranquilidade públicas que, eventualmente, possa vir a ser alterado por alguns oportunistas.

Para a sociedade em geral e particularmente aos exploradores de recursos minerais na bacia sedimentar do Zambeze, em Tete, os episódios horríveis que aconteceram em Muxúnguè nos dias 21 e 24 de Junho passado que resultaram na morte de dois civis, cinco feridos e destruição de três viaturas ao longo da Estrada Nacional Número Um, que liga o país Norte-Sul, contribuíram negativamente para a economia nacional.

Tudo isto acontece numa altura em que passados 14 dias uma distância de 110 quilómetros entre a sede do posto administrativo de Muxúnguè e a Vila Franca do Save, em Inhambane, continua a ser escoltada pelas forças de defesa e segurança.

Fonte: http://solos.com.br/node/687#.Ue5-kPnqkdx

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