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Com a saída do empresário Eike Batista do controle acionário da MPX, na semana passada, um clima de incerteza envolveu os planos de investimento da empresa no Sul, que chegam a R$ 6,8 bilhões. Para Fernando Zancan (foto), presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), o momento não é de preocupação. “A  saída de Eike Batista do controle acionário da MPX já era algo previsível e não afetará os empreendimentos de carvão  mineral que deverão participar dos leilões de energia termoelétrica deste ano”, afirma.

O projeto Seival prevê investimento de R$ 3,7 bilhões e capacidade de produção de 600 MW. Já o MPX Sul, outros R$ 3,1 bilhões e capacidade de 727 MW. Ambos estão localizados na cidade de Candiota, a cerca de 400 km de Porto Alegre, na região da Campanha do Rio Grande do Sul. Zancan assegura que os projetos estão aptos a participar dos leilões A-5 neste ano: o primeiro em 29 de agosto e o segundo ainda sem data definida, mas que deve ocorrer até dezembro.

“A não participação no leilão poderá ocorrer se as condições econômicas para competição do carvão mineral não forem suficientes ou  se o esforço feito pelos agentes setoriais não alcançarem êxito na questão de isonomia tributária ou de financiamento aos outros competidores”, analisa Zancan. Segundo ele, este leilão deve ter a concorrência de carvão mineral importado nas regiões da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Estas regiões já contam com uma série de benefícios fiscais que tornam o carvão mineral importado mais competitivo. “Isso poderá afetar os projetos nacionais”, ressalta.

Fonte: http://solos.com.br/node/684#.Ue55mPnqkdx

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Com a saída do empresário Eike Batista do controle acionário da MPX, na semana passada, um clima de incerteza envolveu os planos de investimento da empresa no Sul, que chegam a R$ 6,8 bilhões. Para Fernando Zancan (foto), presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), o momento não é de preocupação. “A  saída de Eike Batista do controle acionário da MPX já era algo previsível e não afetará os empreendimentos de carvão  mineral que deverão participar dos leilões de energia termoelétrica deste ano”, afirma.

O projeto Seival prevê investimento de R$ 3,7 bilhões e capacidade de produção de 600 MW. Já o MPX Sul, outros R$ 3,1 bilhões e capacidade de 727 MW. Ambos estão localizados na cidade de Candiota, a cerca de 400 km de Porto Alegre, na região da Campanha do Rio Grande do Sul. Zancan assegura que os projetos estão aptos a participar dos leilões A-5 neste ano: o primeiro em 29 de agosto e o segundo ainda sem data definida, mas que deve ocorrer até dezembro.

“A não participação no leilão poderá ocorrer se as condições econômicas para competição do carvão mineral não forem suficientes ou  se o esforço feito pelos agentes setoriais não alcançarem êxito na questão de isonomia tributária ou de financiamento aos outros competidores”, analisa Zancan. Segundo ele, este leilão deve ter a concorrência de carvão mineral importado nas regiões da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Estas regiões já contam com uma série de benefícios fiscais que tornam o carvão mineral importado mais competitivo. “Isso poderá afetar os projetos nacionais”, ressalta.

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Leilão sem surpresas

23/07/2013

Solos

Com a saída do empresário Eike Batista do controle acionário da MPX, na semana passada, um clima de incerteza envolveu os planos de investimento da empresa no Sul, que chegam a R$ 6,8 bilhões. Para Fernando Zancan (foto), presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), o momento não é de preocupação. “A  saída de Eike Batista do controle acionário da MPX já era algo previsível e não afetará os empreendimentos de carvão  mineral que deverão participar dos leilões de energia termoelétrica deste ano”, afirma.

O projeto Seival prevê investimento de R$ 3,7 bilhões e capacidade de produção de 600 MW. Já o MPX Sul, outros R$ 3,1 bilhões e capacidade de 727 MW. Ambos estão localizados na cidade de Candiota, a cerca de 400 km de Porto Alegre, na região da Campanha do Rio Grande do Sul. Zancan assegura que os projetos estão aptos a participar dos leilões A-5 neste ano: o primeiro em 29 de agosto e o segundo ainda sem data definida, mas que deve ocorrer até dezembro.

“A não participação no leilão poderá ocorrer se as condições econômicas para competição do carvão mineral não forem suficientes ou  se o esforço feito pelos agentes setoriais não alcançarem êxito na questão de isonomia tributária ou de financiamento aos outros competidores”, analisa Zancan. Segundo ele, este leilão deve ter a concorrência de carvão mineral importado nas regiões da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM) e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE). Estas regiões já contam com uma série de benefícios fiscais que tornam o carvão mineral importado mais competitivo. “Isso poderá afetar os projetos nacionais”, ressalta.

Fonte: http://solos.com.br/node/684#.Ue55mPnqkdx

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